Energia solar residencial: como obter?




Além dos benefícios ambientais, a energia solar residencial é uma ótima opção para quem deseja diminuir a conta de luz. Entenda como funcionam os diferentes sistemas de energia solar residencial e veja por que essa alternativa é um excelente investimento.


Em 2020, o Brasil foi o 9º país que mais instalou sistemas de energia solar. Conforme a ABSOLAR, até o momento contabilizamos mais de 435 mil sistemas em operação. Desse montante, quase 72% correspondem à energia solar residencial, com Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul liderando o ranking.


Entretanto, esse tipo de energia renovável ainda pode crescer muito por aqui. Apesar de estar em constante expansão, a energia solar representa apenas 2,1% da matriz energética brasileira.

Além dos benefícios ambientais, a energia solar residencial é uma ótima opção para quem deseja diminuir a conta de luz. Isso porque, com as placas fotovoltaicas, a economia com energia elétrica pode chegar a 95%. Além disso, o consumidor fica protegido das constantes variações tarifárias.


Entenda como funcionam os diferentes sistemas de energia solar residencial e veja por que essa alternativa é um excelente investimento.


O que é energia solar residencial?


De modo geral, existem três tipos de sistemas de energia solar residencial: on-grid, off-grid e híbrido.


Na modalidade on-grid, o sistema de energia solar está conectado à rede pública local. Sendo assim, caso a energia solar produzida não seja suficiente, você ainda poderá usar a eletricidade da distribuidora.


Por outro lado, se a produção for maior que a necessária, o excedente é transferido para a distribuidora e o consumidor ganha créditos em energia.


Já o off-grid é um sistema autônomo (ou seja, sem contato com a rede elétrica) ideal para regiões mais afastadas. Assim, a energia solar residencial excedente é armazenada em baterias para ser utilizada à noite, em dias chuvosos ou nublados.


Entretanto, por conta das baterias, o valor do sistema off-grid é mais alto. Por isso, para áreas urbanas, a opção on-grid é mais econômica.


Por fim, o sistema híbrido funciona num misto dos dois anteriores. Isso significa que ele está conectado à rede pública de distribuição de energia e às baterias solares. Ou seja, se a energia da rede pública cair, você ainda poderá contar com a energia solar armazenada nas baterias.


Como funciona a energia solar residencial?


O sistema de produção de energia solar residencial on-grid é bem simples:

  • Os painéis fotovoltaicos sobre o telhado captam a luz solar e a transforma em energia de corrente contínua;

  • A energia é encaminhada para um inversor, onde se transforma em corrente alternada;

  • Parte da energia gerada é usada pelo inversor para abastecer os aparelhos elétricos da residência ou empresa;

  • O excedente produzido é transferido para a rede de energia local, gerando créditos para o consumidor.

É importante alertar que para a instalação do sistema de energia solar residencial é necessário substituir o relógio de luz tradicional por um bidirecional. O equipamento vai medir tanto a entrada quanto a saída de energia.


Desse modo, será possível determinar quanta energia você transferiu para a rede e quanta energia consumiu. Quanto maior o excedente, mais créditos serão gerados e maior será a economia na conta de luz.


Vantagens e benefícios


O Brasil pode ser uma potência mundial na produção de energia solar residencial. Isso porque é um dos países do mundo que mais recebe irradiação solar, conforme o Atlas brasileiro de Energia Solar.


A publicação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destaca que o Norte e Nordeste, sobretudo, são as regiões de maior insolação, pois estão mais próximas à linha do Equador.


Contudo, o País inteiro recebe uma boa quantidade de luz solar, que varia pouco entre as estações do ano devido à sua posição no globo.

Com o sol a nosso favor, veja por que aderir à energia solar residencial é tão vantajoso para o bolso quanto para a natureza:

  • Produção de uma energia limpa e sustentável. Nos últimos nove anos, só no Brasil, mais de 11 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas, de acordo com a ABSOLAR.

  • Fonte de energia abundante e gratuita

  • Imunidade às variações do preço da energia elétrica

  • Economia de até 95% na conta de luz (no caso dos sistemas on-grid e híbrido)

  • Autonomia em relação à rede pública

  • Mais segurança no abastecimento de energia

  • Diversificação da matriz energética brasileira

  • Instalação simples

  • Longa vida útil dos painéis fotovoltaicos (25 anos, em média, operando com 100% da capacidade de produção)

  • O sistema de energia solar residencial tem manutenção pontual e barata

  • Retorno rápido do investimento

  • Valorização do imóvel

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Um de nossos clientes, em Caxias do Sul (RS), vem experimentando uma economia significativa após a adoção do sistema de energia solar residencial.


Antes da instalação de 44 painéis fotovoltaicos, o condomínio tinha um gasto médio mensal de R$ 1.915,00 para um consumo de 2.100 Kwh. Com a energia solar, o valor da conta de luz caiu para apenas R$ 364,00, em média. Do mesmo modo, o consumo de energia da rede pública também diminuiu, atingindo 400 Kwh.


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